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Como escolher um nome para a sua loja virtual

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"O branding pode ser um grande desafio \u2013 mas

Keslen Deléo

Keslen Deléo

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"O branding pode ser um grande desafio \u2013 mas batizar bem sua loja \u00e9 muito importante!"]">O branding pode ser um grande desafio – mas batizar bem sua loja é muito importante!

Se for pensar bem, ter uma ideia para um negócio de um milhão de dólares nem é tão difícil assim. Você pensa num nicho, observa alguma dificuldade, tem uma ideia de como melhorar isso e aí tá feito. Treta mesmo é pensar num nome para o seu empreendimento. Porque, veja bem, tem que resumir tudo o que você imagina, ser bem pronunciável, ficar grudado na cabeça das pessoas e atender aos pressupostos de sorte, sucesso e crescimento astronômico do Feng Shui e da numerologia (quem nunca adicionou uma letra a mais no nome artístico só pra trazer good vibes pra vida, né?!). Mas, se der sorte, seu nome pode ser tão bom a ponto de virar sinônimo do seu produto, tipo um Cotonete™ ou Miojo™ da vida.

Para facilitar um pouco sua vida, juntamos aqui algumas dicas para a hora de batizar seu novo negócio (faz parte do projeto da minestore de acabar com todas as desculpas esfarrapadas à pergunta “por que você ainda não é empreendedor?”).

– Você pode usar palavras reais aleatórias (tipo Americanas, Amazon) ou um equivalente fonético delas, zoando alguma palavra real (como Tumblr, Google, Rdio). A palavra modificada é mais prática na hora de comprar um domínio, por exemplo (tente comprar um domínio para uma palavra real, tipo um “Latinhas Comércio de Bebidas”, pra você ver). É importante, nessa hora, escolher um nome que não dê muita abertura a trocadilhos (porque a zoeira não tem limites).

– É legal unir duas palavras em uma só, com duas sílabas de preferência (o bom e velho Facebook é um exemplo). Pode acontecer de as pessoas adotarem apelidos para a sua marca (bom dia, Faces!), mas normalmente soa melhor, é mais fácil de unir dois conceitos importantes para a sua marca e gruda muito na cabeça de todo mundo.

– Dá pra ter um nome com várias palavras, e eventualmente unir as iniciais delas em um acrônimo (como o saudoso AOL, que é America On Line). Mas isso funciona melhor se a sua marca é mais voltada para coisas (boring) sérias (impossível não lembrar da SCDP, Sterling Cooper Draper Price, do Mad Men).

– Nada impede que você invente um nome, com uma palavra que soe bem (Yahoo!), uma onomatopeia ou algo que tenha a ver com o seu negócio. Sem contar que não tem tanta crise na hora de registrar o domínio.

Evite nomes da moda (é o mesmo princípio que diz que não é uma ótima ideia dar nomes de personagens da novela indiana pros seus filhos). No começo dos anos 2000, foi um tal de “digitel”, “telemil”, “ultrabit”, quando todo mundo achava que pra entrar na Matrix faltava pouco e que o futuro seria todo microchipado. Hoje, com a marca já consolidada, o nome não é mais super genial e é um pouco tarde para mudar.

– Por mais que o seu nome tenha que ter algo a ver com o negócio, é prudente **evitar coisas muito óbvias, **o que ajuda você a não acabar como aquelas 3.280 revendas de carros que usam prefixos e sufixos ultraoriginais, tipo auto, car e sport, e vira aquele “automil”, “supercar”, “zécar”, “autojoão”. Ou empresas de som que terminam em “som”. Enfim.