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Como escolher produtos para vender online

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Keslen Deléo

Keslen Deléo

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Pensar em produtos para colocar à venda na loja virtual é um dos primeiros passos – e, talvez, o mais importante – antes de montar seu e-commerce. Nós já falamos por aqui que você não precisa de um catálogo com dois mil itens, porque os clientes tendem a comprar mais se tiverem menos opções; e também demos algumas dicas para descobrir o que você pode vender e como avaliar se há demanda de mercado por esses produtos.

Depois de descobrir qual produto você vai vender, é hora de pensar em como você vai conseguir esse produto para, depois, oferecê-lo. São quatro as modalidades mais comuns: fazer, manufaturar, comprar no atacado e revender, e é delas que vamos falar melhor agora.

Fazer
Essa é uma modalidade bem comum quando o negócio surge de um hobby ou a pessoa é do time do-it-yourself. Roupas, joias, ilustrações, enfim – fazer seus próprios produtos te permite controlar todo o processo e garantir a qualidade do que você vai vender.

No entanto, seu estoque está limitado à sua capacidade de fazer os produtos. Então, tudo vai depender da sua produtividade e do seu tempo – por outro lado, produtos feitos à mão são bem mais exclusivos e, portanto, seu valor é mais alto e sua margem de lucro também.

Os pontos positivos dessa modalidade são o controle sobre o estoque e a qualidade, além do baixo custo para começar. Mas, ainda que você consiga gerenciar muito bem sua marca, um dos pontos negativos é a quantidade de tempo que você vai investir na confecção dos produtos, que pode te impedir de dar atenção às outras partes do seu negócio.

**Manufaturar
**Ao invés de fazer seu produto, você pode encontrar alguém que o manufature. Você pode encontrar manufaturas perto de onde seu negócio está estabelecido ou em lugares famosos pelos baixos preços, como China e Taiwan. Sites como o Alibaba e o IndiaMart conectam lojistas e essas manufaturas láá do outro lado do mundo, e podem ser uma boa opção.

Manufaturar é negócio quando você pensou numa variação de produto que ainda não existe – tipo meias coloridas e divertidas para executivos de grandes empresas. Ainda dá pra ter bastante controle da qualidade e da sua marca, e os custos por unidade costumam ser bem baixos. Mas alguns dos problemas são a quantidade mínima que você precisa pedir e a possibilidade de não receber nada do que você pediu (o que requer bastante segurança e um investimento meio “no escuro”).

Esse processo requer que você valide antes a aceitação do seu produto e se prepare para dar um jeito no estoque caso alguma coisa dê errado. Mas ainda garante uma margem de lucro bem considerável.

Comprar no atacado
Esse tipo de revenda é um dos mais comuns e garantidos. Você entra em contato com marcas selecionadas, compra o estoque diretamente delas e revende, com sua margem de lucro. Nesse ponto, o que conta é a sua curadoria e o quanto a sua loja se relaciona com o cliente (já que ele poderia comprar diretamente da loja daquela marca). O lucro costuma ser menor, mas você tem maior garantia de que aqueles produtos são aceitos pelo público.

Outro ponto ao qual você deve estar atento é o fato de que você deve estabelecer ao seu cliente por que é tão mais importante comprar da sua loja, e não de todas as outras lojas que vendem a mesma marca. Além disso, você tem que ter bastante jogo de cintura com todos os fornecedores (e entender que vai estar sujeito aos preços deles o tempo todo).

Revender
Chamada em inglês de dropshipping, essa modalidade funciona assim: você deixa os produtos à venda na sua loja virtual, mas sem nada em seu estoque. Quando o cliente compra qualquer coisa, o pedido vai direto para o fornecedor, que envia o produto ao cliente sem que ele precise passar por você (o produto, não o cliente). Então, você acerta com o fornecedor qual vai ser a margem de lucro de cada um e todo mundo sai feliz.

Para essa modalidade de venda, você precisa ter um relacionamento bom com o fornecedor – principalmente porque, se o cliente não receber o pedido, ele vai reclamar com você. Além disso, como é muito barato, você vai enfrentar bastante concorrência (principalmente de negócios da China, como vemos atualmente no Brasil). Mas o esquema é o mesmo da compra em atacado: depende da sua marca ser bem posicionada e se relacionar bem com o público-alvo.

Por outro lado, é bem mais fácil ter um estoque com bastante variedade, porque você não precisa comprar nada antes ou se comprometer com o armazenamento de todos os produtos. E é, de longe, o jeito mais barato de começar uma loja virtual – principalmente se você usar uma plataforma que não cobra mensalidades ou nada do tipo.

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