como organizar estoque |

Fazendo Gelatina: Como organizar o estoque da sua loja virtual em três passos

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"Na s\u00e9rie 'Fazendo Gelatina', a gente simplifica tudo

Keslen Deléo

Keslen Deléo

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"Na s\u00e9rie 'Fazendo Gelatina', a gente simplifica tudo a tr\u00eas passos. Porque nada \u00e9 t\u00e3o complicado que n\u00e3o d\u00ea pra voc\u00ea fazer!"]">Na série ‘Fazendo Gelatina’, a gente simplifica tudo a três passos. Porque nada é tão complicado que não dê pra você fazer!*

Uma loja – seja ela virtual ou não – não é nada sem coisinhas para vender. Ok, essa parte é bem óbvia, mas dela decorre outra afirmação importantíssima: as operações que envolvem o estoque são essenciais para o sucesso de uma loja virtual. Isso porque: 1 se alguém chega até a sua página construída com tanto esforço, vê produtos lindos com fotos lindas mas não consegue comprar nada porque tá tudo em falta, ele dificilmente vai voltar (ao menos, não com uma boa impressão), e 2 porque você não precisa se preocupar com a disposição física desses produtos como aconteceria em uma loja, com vitrines e mostruários, mas precisa encontrar os produtos na hora de enviar uma encomenda. Em três passos simples, preparamos um roteiro para te ajudar a pensar no estoque e em como você deve organizá-lo:

1. Tenha um plano para determinar a origem dos produtos

Tendo uma loja virtual, você pode economizar muito espaço físico (pensou naquele puxadinho atrás de casa para guardar todos os produtos? vai na fé que pode colar!), mas ainda deve pensar muito bem em seus fornecedores e em qual será o esquema com eles. E-commerces maiores têm até acordos nos quais, por exemplo, o produto sai direto da fábrica para o consumidor, sem precisar passar por depósitos. Vale qualquer negócio, contanto que a coisa toda seja organizada a ponto de não deixar ninguém esperando muito tempo pela encomenda.

2. Lembre-se do conceito de cauda longa

A teoria da cauda longa é coisa de um cara chamado Chris Anderson, e defende que o consumidor tende a procurar, cada vez mais, por produtos mais específicos e que atendam melhor às suas necessidades (também específicas). Daí que pode ser mais rentável pensar em produtos voltados para um só público-alvo do que querer vender tudo pra todo mundo. De qualquer maneira, com um pouco de pesquisa e análise de dados, é possível perceber o que funciona melhor para a sua loja (que, olha só, também é específica e única): muito estoque e vários modelos, pouco estoque e vários modelos, muito estoque e poucos modelos etc. etc.

3. Desenvolva e utilize um bom código de produto

SKU é a sigla para Stock Keeping Unit (algo como Unidade de Manutenção de Estoque), e é outro nome para o código de produto, através do qual você controla todas as coisas que estão em seu estoque. Não é exatamente igual ao código de barras, por exemplo, porque pode ser lido por humanos (entenderam, máquinas? nós também conseguimos) e, se for bem composto, dá informações preciosas sobre cada produto. Por exemplo, uma camiseta feminina, tamanho M, vermelha, pode ter um código assim: CFEM01-M-V. Olhando pro código, você já consegue pensar no produto e esse é o ponto da coisa toda, porque você inventou o código, consegue entendê-lo e vai poupar o tempo que você levaria até descobrir qual camiseta é a 049874835.*
*