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Veja histórias de quem montou uma loja virtual e se deu muito bem

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"O e-commerce no Brasil t\u00e1 rendendo muito dinheiro.

Keslen Deléo

Keslen Deléo

<span data-sheets-userformat="[null,null,769,[null,0],null,null,null,null,null,null,null,1,0]" data-sheets-value="[null,2,"O e-commerce no Brasil t\u00e1 rendendo muito dinheiro. J\u00e1 comentamos isso?"]">O e-commerce no Brasil tá rendendo muito dinheiro. Já comentamos isso?

De uns tempos pra cá, e cada vez mais, aparecem casos de lojas virtuais que cresceram bastante e fizeram muito sucesso. Principalmente nesse meio do ~ empreendedorismo ~, as pessoas estão indicando como nunca a abertura de um negócio simples, com uma loja on-line. Para defender esse ponto, temos mil argumentos – mas vamos guardá-los pra mais tarde e deixar, agora, que a experiência desse pessoal aí fale pela gente.

  1. A Mobly foi com a cara e a coragem (não sem antes, claro, planejar muito bem o que ia fazer) para um nicho que parecia improvável até então: vender móveis pela internet. Baseando-se em modelos de sucesso da galera na gringa, eles conseguiram dobrar a logística e chegaram a R$100 milhões em um ano. E a gente contou a história completa aqui.

  2. A Bebê Store, e-commerce de artigos para crianças e bebês, mal engatinhava e já começou a caminhar: depois de uma rodada de investimento que garantiu ao e-commerce R$20 milhões no ano passado, eles já ganharam mais R$30 milhões. São grupos do exterior que já sacaram o potencial que existe no varejo virtual aqui no Brasil e estão querendo uma fatia disso tudo. E você pode ler detalhes aqui.

  3. A Netshoes também é um caso clássico de sucesso no e-commerce. Eles começaram com lojas físicas e, quando apostaram numa loja virtual, ficaram muito tempo sem vender quase nada. Daí porque é importante não desistir rápido: eles já chegaram na casa do bilhão e agora estão focados só nas lojas virtuais. Ainda que haja um pouco de controvérsia quanto ao futuro da empresa, o crescimento deles é inegável (e inspirador). E, aqui, a gente conta mais sobre esse crescimento.

  4. O Clube do Malte, que já contava com várias franquias e lojas físicas, apostou numa coisa que ninguém estava fazendo até então: um e-commerce de assinaturas que entregava cervejas a domicílio todo mês. Isso contribuiu para um website rendendo mais de um milhão de reais por ano (um brinde!). Abre uma cerveja aí e lê a história completa.