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Como funciona um mecanismo de busca – e por que sua loja precisa aparecer bem nele

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Keslen Deléo

Keslen Deléo

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Os mecanismos de busca (e aqui falamos principalmente do Google, mas também do Bing, Baidu, Yahoo! etc.) têm duas funções principais: 1. dar rolê pela interwebs procurando e indexando textos, imagens, gifs, vídeos e tudo o mais e 2. fornecer respostas às perguntas das pessoas pensando no que é mais importante ou tem mais relevância para cada pessoa/pergunta. Vejamos cada uma delas em detalhes:

Função n. 1: dar rolê e juntar informações

A World Wide Web (possivelmente o maior trava-língua existente na língua inglesa) é como uma grande cidade, que tem um sistema de transporte ultra-avançado, com milhares de linhas e paradas. Cada uma dessas paradas é um documento único (que normalmente é uma página, mas pode ser também um PDF, um JPG, um GIF ou outro arquivo), e o mecanismo de busca dá rolê por essa cidade toda, porque ele precisa conhecer cada parada que existe no caminho. Para chegar a essas paradas, ele usa o caminho mais fácil: os links.

Os robôs dos mecanismos de busca são chamados crawlers (rastejadores) ou spiders (aranhas) e, através dos links, eles podem chegar a bilhões de documentos interconectados. Assim que encontram essas páginas, eles dão uma olhada no conteúdo delas (decifrando o código) e selecionam partes desse conteúdo para armazenar em seus registros.

Calcule o tamanho do arquivo para guardar todos esses dados!! Pois é, esses são os data centers. Porque esses dados devem estar disponíveis, quando você faz uma pesquisa, em uma fração de segundo.

E é isso aí, crianças. É nesses data centers que mora a Internet. Caso um dia você queira ir visitar e tal, até pode, mas antecipamos que não tem muita graça porque são só muita máquinas piscando luzes e processando dados.

Função n. 2: fornecer respostas

Os mecanismos de busca são máquinas de responder, esses nossos belos oráculos modernos. Quando uma pessoa busca alguma coisa online, o mecanismo de busca vai até as profundezas de seu data center atrás de toda a informação que tem guardada – aí, volta com todos os resultados que são relevantes ou úteis para a questão daquela pessoa. Só que esses resultados ainda passam por outra seleção e ficam organizados de acordo com sua utilidade para a busca (e, então, os resultados que o mecanismo acha que serão mais úteis aparecem no topo da página de pesquisa). É justamente nessa parte da utilidade e da relevância para a pesquisa que entra o processo de SEO – quando você otimiza os mecanismos de busca para mostrarem sua loja de cadeiras lá no topo da pesquisa quando alguém buscar por “comprar cadeiras online”.

No começo da interwebs, relevância para os mecanismos de busca era apenas encontrar uma página com as palavras certas. No entanto, as coisas mudaram e agora, há pessoas pensando apenas em jeitos de ligar uma busca com um resultado relevante, de modo a facilitar a vida de quem busca. Então, são centenas de fatores que influenciam na relevância e é preciso pensar em todos eles quando se vai fazer SEO.

Ok, mas como os mecanismos de busca determinam a importância?

Atualmente, os maiores mecanismos costumam interpretar a importância como popularidade – quanto mais popular um site, página ou documento, mais valiosa a informação contida lá dentro deve ser. E isso tem funcionado muito bem na prática nos últimos tempos.

A popularidade e a relevância não são determinadas manualmente. Ao invés disso, os mecanismos bolam equações matemáticas ultrassofisticadas – algoritmos – para determinar o que é relevante e quão relevante isso é. Esses algoritmos são um amontoado de centenas de componentes. No campo do marketing de buscas, eles são chamados normalmente de Fatores de Classificação (“Ranking Factors”).

Mas, se ninguém sabe direito o que determina a relevância, como eu vou fazer com que minha página seja relevante para as buscas?

Bom, eles dão umas dicas. Para conseguir melhores classificações no mecanismo de busca, o Google indica que as páginas devem ser feitas para os usuários e não é legal apresentar um conteúdo para o mecanismo de busca diferente do que é mostrado para os usuários (o que eles costumam chamar cloaking, ou disfarce). Além disso, é importante que as informações estejam bem organizadas na página, de forma hierárquica; que os títulos descrevam bem o seu conteúdo e que haja palavras-chave bem pensadas para sintetizar tudo o que há na sua página.

No Bing, eles sugerem que a URL seja bem simples, com palavras-chave bem pensadas, e que o conteúdo seja sempre novo e se ligue bem ao que os usuários estão buscando. Além disso, o conteúdo que se deseja indexar deve estar fora de Flash, imagens e Ajax, por exemplo.

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